Brasília (DF) — Em congressos científicos tradicionais, a área de exposição costuma ser um corredor lateral: o participante passa depressa, pega um brinde, volta para o auditório. No Nutrição Brasil, a lógica é invertida — a expo é o eixo por onde todo mundo circula, e o desenho da planta do Centro de Convenções Ulysses Guimarães explica por quê.
O credenciamento fica dentro da expo
A decisão mais importante da planta de 2026 não é sobre estandes, mas sobre fluxo: o credenciamento está integrado à área de exposição. Ou seja, ninguém entra no congresso sem atravessar a feira. O mesmo vale para a retirada do kit da NB Run, a corrida que fecha o evento em 30 de agosto: o corredor passa pela expo para buscar o material da prova.
Na prática, isso significa que a marca expositora não disputa a atenção do participante contra a programação científica — ela está no caminho dele.
Uma planta pensada por escala de presença
A exposição de Brasília combina formatos que vão do estande compacto ao espaço de ativação:
- 2x2 — 16 posições (C1 a C19), formato de entrada, ideal para marcas em primeira participação;
- 3x3 — 18 posições (A1 a A18), o formato mais procurado, com espaço para atendimento e demonstração;
- 4x3 — 4 posições (D1 a D4);
- 6x4 — 11 posições (B1 a B11), para marcas que trazem ativação, degustação ou equipe ampliada;
- 6x6 — 2 posições premium (P1 e P2), as maiores da planta;
- Lounges — espaços de relacionamento, entre eles o Lounge Golden e o Lounge SEBRAE.
Quem está do outro lado do balcão
O público da expo não é consumidor final: é prescritor. Nutricionistas clínicos e esportivos, médicos nutrólogos, endocrinologistas, especialistas em longevidade e estudantes de nutrição — profissionais que decidem o que entra na rotina alimentar e na suplementação de milhares de pacientes. Ao longo de sua história, o Nutrição Brasil acumula mais de 10 mil visitantes, e a exposição tem foco declarado em cinco setores: nutrição, medicina, farmacêutico, alimentos e serviços.
É uma diferença estrutural em relação a feiras de consumo. A marca que expõe no Nutrição Brasil não está buscando venda direta — está construindo relação com quem recomenda. E faz isso em um ambiente de autoridade científica, ao lado de um congresso que discute metabolismo, era GLP-1, músculo e comportamento alimentar.
SEBRAE subsidia estandes para pequenos negócios
Uma novidade de 2026 amplia o acesso: em parceria com o SEBRAE/DF, 20 estandes recebem subsídio de 50%, voltados a pequenos negócios do setor que dificilmente arcariam sozinhos com o custo de exposição em um evento nacional. A chamada é pública e tem página própria.
O que a marca compra
A proposta comercial do evento resume o valor da presença em cinco palavras: notoriedade, relevância, experiências, oportunidades e conexões. Traduzindo para a prática: visibilidade no fluxo obrigatório do congresso, ativações que geram memória, contato presencial com prescritores e associação a um ambiente de conteúdo científico — algo que mídia paga não entrega.
O valor do metro quadrado é escalonado por antecedência: R$ 1.200/m² em junho, R$ 1.350/m² em julho e R$ 1.500/m² em agosto — quanto mais cedo a marca decide, menor o investimento e melhor a posição na planta.
Serviço
Exposição — Nutrição Brasil 2026, Brasília
📅 27 a 29 de agosto de 2026
📍 Centro de Convenções Ulysses Guimarães — Brasília/DF
🔗 Proposta e planta: nutricaobrasil.com.br/expositores
🔗 Chamada SEBRAE (estandes subsidiados): nutricaobrasil.com.br/sebrae